quinta-feira, 25 de setembro de 2014

II Congresso Regional / FMB - Faculdade Montes Belos 2014. Tema: "Educação para o Desenvolvimento Sustentável"

Acadêmicos e Docentes do 5º Período  do Curso de Tecnologia em Agronegócios do  IFGoiano Câmpus Iporá, prestigiaram no dia 24 de setembro, o II Congresso Regional realizado pela FMB - Faculdade Montes Belos, em São Luís dos Montes Belos, onde assistiram Palestra sobre o Tema: "Educação para o Desenvolvimento Sustentável" ministrada pelo Palestrante - Arthur Eduardo Alves Toledo (Consultor Técnico em Agronegócios / Sistema FAEG/SENAR).

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Candidatos e o agronegócio


O que os presidenciáveis propõem para o agronegócio, que move R$ 1 trilhão ao ano
Se a economia como um todo sofre os altos e baixos e apresenta um pibinho bem anêmico, o agronegócio mostra-se bem mais robusto. A projeção de instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira, este ano, continua em queda. Pela 15ª semana seguida, a pesquisa feita pelo Banco Central indica crescimento menor. Desta vez, a projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no País, passou de 0,52% para 0,48%. Para 2015, a estimativa segue em 1,1%. Essas projeções fazem parte da pesquisa semanal do BC a instituições financeiras, sobre os principais indicadores econômicos.
O Produto Interno Bruto do agronegócio do País calculado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq/USP) cresceu 0,42% em abril e passou a acumular alta de 1,22% no primeiro quadrimestre deste ano. O avanço do setor continua a ser puxado pelo agronegócio ligado à pecuária, cujo PIB registrou variações positivas de 0,77% em abril e de 2,39% nos primeiros quatro meses de 2014. Mas o PIB do agronegócio ligado à agricultura, que iniciou o ano em baixa, também está em ascensão. Subiu 0,27% em abril e 0,7% no primeiro quadrimestre. 
O agronegócio envolve uma cifra trilionária para candidato nenhum botar defeito. Ao contrário, tem que ir atrás. É ele quem está sustentando o Brasil. Trata-se de um dos setores mais importantes da economia brasileira – que contribui com 26% do Produto Interno Bruto, responsável por 36% das exportações e cerca de 40 milhões de empregos diretos. O segmento do agronegócio, embora seja a salvação não só da lavoura, mas nacional, insiste que o governo que assumir em janeiro de 2015 precisa  avançar muito e rápido em infraestrutura e logística, para reduzir o Custo Brasil, em ganhos de produtividade para aumentar a competividade, em negociações internacionais e ampliação de mercados, liberação de genéricos agrícolas e veterinários, seguro agropecuário, capacitação de mão de obra, assistência técnica e pesquisa.
AÉCIO NEVES
Serão apresentadas ao público as propostas dos candidatos à presidência da República, que concorrerão ao pleito de 3 de outubro, portanto, a menos de um mês. Aécio Neves, da coligação Muda Brasil, encabeçada pelo PSDB, é quem mais tem trânsito livre em meio à economia como um todo e em particular com o agronegócio. Aécio comprometeu-se a firmar parcerias com o agronegócio brasileiro, para tornar o setor mais produtivo e reafirmou que irá resgatar o etanol como fonte de energia renovável.
Em recente ida ao porto de Santos (SP), o maior da América Latina, e em Goiânia, dia 9, Aécio se comprometeu a investir em logística. Recebido no Parque Agropecuário pelo presidente da Sociedade Goiana de Pecuária e Agricultura (SGPA), Ricardo Yano, o candidato do PSDB fez algumas confidências que deixaram o interlocutor e Marconi Perillo, candidato à reeleição, satisfeitos. O apoio ao agro é por inteiro. E considerou que os recursos nesse sentido serão revertidos “em favor da economia, da competitividade e daqueles que produzem no Brasil”. Para tanto, sua proposta é de descentralizar a gestão, buscar de novo o capital privado. “Fugir do alinhamento ideológico” é importante em sua opinião, para que o País seja beneficiado. Ele prometeu, ainda, um choque de infraestrutura no Brasil, avançando em investimentos em ferrovias e hidrovias para ajudar no escoamento da produção. Se ele ganhar, pretende cortar metade dos 39 ministérios, mas está disposto a criar um grande Ministério da Infraestrutura. 
DILMA ROUSSEFF
Como parte da estratégia para atrair o voto do agronegócio, a presidente Dilma Rousseff lançou em julho, o Plano Agrícola e Pecuário 2014/15, com um aumento de 14,7% em relação à temporada anterior, totalizando R$ 156,1 bilhões (ante R$ 136 bilhões). “Na safra anterior à chegada do presidente Lula, tínhamos colhido 96,8 milhões de toneladas de grãos (...). Na safra que estamos encerrando, nós iremos colher 191,2 milhões de toneladas de grãos”, comparou num jogo político de candidata à reeleição. “Se a gente considera que somos 200 milhões de habitantes, seria uma tonelada por habitante, o que mostra a pujança do País, 70% acima do que havia há uma década”, alfinetou. 
Foram adotadas também políticas consistentes e continuadas de apoio ao agronegócio e à agricultura familiar em seu governo e a promessa é de continuar com o seu programa. A produção de grãos saltou de 96 milhões de toneladas em 40 milhões de hectares, na safra 2001/2002, para 191 milhões de toneladas em 56 milhões de hectares, na safra 2013/2014. Tamanho aumento da capacidade de produção e da produtividade foi possível pela expansão do crédito e das políticas de apoio à produção e será ainda mais impulsionada pela conclusão de obras estratégicas de infraestrutura. Para a safra de 2014/2015, estão previstos R$ 156,1 bilhões para financiar o agronegócio. Como resultado da política de fortalecimento da agricultura familiar, com crédito, seguro safra e políticas de comercialização, a renda no campo aumentou 52%, em termos reais, nos últimos quatro anos. Para a safra 2014/2015, o crédito para agricultura familiar será de R$ 24,1 bilhões. José Mário Schreiner, presidente licenciado da Faeg, entende que “o setor com Dilma conseguiu alguns avanços”. Mas vê boas possibilidades de melhora em diversos aspectos com Aécio.
MARINA SILVA
Como ministra do Meio Ambiente no governo Lula, Marina Silva se indispôs com o agronegócio em nome da questão ambiental. Em recente visita a Porto Alegre (RS), estendeu a mão ao agronegócio, um dos setores mais resistentes à candidata. Em Esteio (RS), onde se realizou uma das maiores feiras agropecuárias do País, a candidata do PSB se reuniu por mais de hora com os dirigentes da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul). Na oportunidade, foram discutidos temas sensíveis, como a demarcação de terras indígenas, o código florestal e os transgênicos.
“Os representantes do agronegócio disseram que foi muito bom ouvirem as propostas apresentadas por mim mesma, e não pelo que liam ou ouviam falar”, afirmou à revista Isto É. Conforme a publicação, Marina repetiu o que consta em seu programa de governo. Defendeu a fusão das políticas florestais, fundiária e de pesca em um mesmo Ministério da Agricultura, e a priorização das obras de infraestrutura logística para atender o agronegócio, com destaque para a construção de ferrovias, portos e sistemas de armazenagem.
Marina já havia participado da Fenasucro, tradicional feira de tecnologia sucroalcooleira, em Sertãozinho (SP). Em discurso, atacou a falta de planejamento de longo prazo para o setor energético e elogiou a produção local de energia, a partir do bagaço e de palha de cana, como exemplo a ser seguido pelo restante do País. Foi aplaudida. 
Como diz o presidente da Sociedade Goiana de Pecuária e Agricultura (SGPA), Ricardo Yano, “não se joga pela janela valores de mais de R$ 1 trilhão, que são os investimentos do agronegócio”. A sua ideia na agricultura é intensificar acordos bilaterais para ampliar mercados para os produtos brasileiros; ampliar investimentos em infraestrutura e ampliar a cobertura do seguro rural. “A aproximação de Marina com o agronegócio está permitindo desfazer mitos e ruídos criados no passado”, confessa Marcos Jank, engenheiro agrônomo e diretor executivo global de assuntos corporativos da BRF e que afugenta o medo dos investidores na cadeia dos alimentos, desde a porteira ao processamento industrial, abastecimento interno e exportação pelos principais portos brasileiros.
Portal: Diário da Manhã

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Novo mercado, novo consumidor, novas estratégias

Novo mercado, novo consumidor, novas estratégias
Conhecer o público, identificar as oportunidades e se adaptar às mudanças do mercado. Estas são algumas das principais ações que você precisa pôr em prática para que a sua empresa caminhe rumo ao sucesso.
Não resta dúvida de que, a cada dia, a Internet faz mais parte da vida das pessoas, sobretudo na dos brasileiros. Segundo pesquisa recente do Ibope, já somos mais de 105 milhões de pessoas conectadas. No cenário mundial, aparecemos entre os 10 usuários mais ativos e o nosso mercado é também um dos mais propícios para bons negócios.

O que fazer neste cenário tão promissor?
É simples. Definir estratégias que estejam de acordo com as novidades do mercado a fim de se manter sempre atualizado e ao alcance do público. Ficar alheio a tudo isso pode ser muito perigoso, afinal de contas, a Era Digital é marcada por mudanças constantes. Não tem por que se prender a antigas fórmulas. Ações que dão certo hoje, não necessariamente darão amanhã. É preciso, portanto, estar atento a tudo o que acontece e elaborar novas estratégias.
Mais do que em qualquer outra época, a tecnologia tem hoje um importante papel tanto na propagação quanto no acesso à comunicação. Cabe aos empresários saciar essa sede do público de consumir informação a toda hora e em qualquer lugar. E não faltam meios para que isso seja feito. Só para citar um exemplo, o e-mail marketing é e continua sendo uma excelente aliada das empresas que querem manter o público sempre por perto através do envio de novidades e, com isso, despertar nele o desejo de consumir.
Hoje em dia, estar na Internet não basta. É preciso também enxergar o mercado como algo em constante mudança para que as novas estratégias sejam definidas a partir dela. Manter-se engajado e reter um público maior na página são duas das consequências de quem está sempre de olho em tudo o que acontece.

Levar um conteúdo relevante é que faz a diferença nesse cenário em que todos parecem disputar de igual para igual a atenção do público. Quer uma dica? Adote estratégias novas, de modo que a sua empresa siga as tendências desse novo mercado e conquiste a preferência dos consumidores.

Fonte: Tsuru

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Vem aí a I Feira de Potencialidades do Agronegócio do Oeste Goiano

Entre os dias 19 e 21 de novembro, o Câmpus Iporá do Instituto Federal Goiano (IF Goiano) organiza a primeira edição da Agro Tecnoeste, a Feira de Potencialidades do Agronegócio do Oeste Goiano. Além da feira de negócios e exposição de produtos e serviços, o evento é uma oportunidade de trocar informações, experiências e realizar transferência de tecnologia.

Na programação do evento estão previstos minicursos, palestras, sala de negócios com consultoria especializada, apresentação de resultados de pesquisas e apresentações culturais. Empresas, associações, cooperativas e outras instituições ligadas ao setor agropecuário estão sendo convidadas para serem parceiras na organização da feira.

Segundo os organizadores, a expectativa de público é de 1.000 a 1.500 visitantes, entre produtores, comerciantes, estudantes e comunidade regional em geral.

De acordo com o professor Paulo Alexandre Salviano, um dos organizadores da feira, “o evento vai gerar visibilidade das potencialidades do agronegócio regional, incentivando a comercialização de produtos e serviços e promovendo o acesso a informações e serviços pelos produtores e comerciantes”.
Fonte: Portal IFGoiano - Câmpus Iporá

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Parabéns profissionais Administradores!


Administrar tem como seu objetivo, planejar, organizar, dirigir, coordenar e controlar os esforços de um grupo de indivíduos que se associam para atingir um resultado comum.
É aproveitar a forma e circunstância para melhor eficiência, assim fazendo o plano ou empresa progredir.
Contas, cálculos, gestão de processos, pessoas... Hoje é o dia do profissional que trabalha sempre focado em melhorar, crescer e progredir.
A todos os meus amigos e colegas de profissão. Feliz dia do ADMINISTRADOR.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

IFGoiano Cãmpus Iporá vai sediar Encontro Nacional dos Estudantes de Agronegócio

Entre os dias 7 e 9 de novembro, o Câmpus Iporá do Instituto Federal Goiano (IF Goiano) sedia o IV Encontro Nacional dos Estudantes de Agronegócio (Enagro 2014). Além de estudantes, o evento deve reunir empresários, produtores, pesquisadores e instituições ligados ao setor.
O principal objetivo do encontro é promover a integração entre estudantes e instituições de ensino que oferecem o curso. Palestras, debates, oficinas, grupos de trabalho e visitas técnicas devem fazer parte da programação do evento, que será divulgada em breve.
Além disso, conforme aconteceu nas edições anteriores do Enagro, trata-se de uma oportunidade para realizar parcerias entre universidades, instituições e empresas, o que viabiliza novas pesquisas e troca de experiências, em prol do desenvolvimento do setor.
Profissional do Agronegócio
A geração de conhecimentos e a formação dos profissionais do Agronegócio pelas universidades brasileiras têm papel fundamental para tornar o setor ainda mais competitivo e eficiente.
O encontro de estudantes e as ações que dele resultam contribuem para o fortalecimento da formação, a consolidação da profissão e, consequemente, para o desenvolvimento do próprio Agronegócio.
Fonte: Portal IFGoiano

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Tecnoleite 2014

Alunos visitam feira de produtores de leite

Estudantes do curso de Agronegócios do Instituto Federal Goiano – Câmpus Iporá participaram da 4ª edição da Tecnoleite, feira direcionada a produtores de leite, que aconteceu em Morrinhos (GO), entre os dias 19 e 22 de agosto.
A visita dos estudantes permitiu que entrassem em contato com produtores, empresas e inovações ligadas à pecuária de leite e ao seu mercado. De acordo com o professor José Carlos de Sousa Jr., que acompanhou os alunos na visita, além de conhecer técnicas e tecnologias, "o ambiente da feira pode despertar o espírito de negócios para o cenário do leite na região de Iporá".
A Tecnoleite é um evento realizado pela Cooperativa Mista dos Produtores de Leite de Morrinhos (Complem). Seu principal objetivo é apresentar soluções técnicas e tecnológicas aos produtores que permitam o aumento da produtividade.
Segundo informações da Complem, cerca de 13 mil pessoas visitaram a feira, que contou com mais de cem expositores e permitiu a realização de negócios que somam R$24 milhões.
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Fonte: Portal IFGoiano - Câmpus Iporá

domingo, 31 de agosto de 2014

O empreendedorismo na organização estabelecida

Entenda o que fazer e o que não fazer para que algo verdadeiramente novo e empreendedor nasça dentro da sua empresa.
Pessoas com espírito empreendedor dentro das empresas são um recurso muito valioso: atitude  de dono, paixão pelo negócio, autoconfiança, otimismo, vontade de realizar, criatividade, perseverança, visão de conjunto e proatividade são características valiosas que toda empresa ou instituição deveria buscar em seus líderes atuais e futuros. Saber identificar e desenvolver estes atributos entre os membros de sua equipe cria uma vantagem competitiva verdadeiramente sustentável para qualquer negócio. Criar um ambiente onde estas pessoas se sintam valorizadas, realizadas e utilizando seu potencial pode levar muito longe qualquer organização.
PreviewOs negócios atuais de uma empresa sem dúvida se beneficiam tremendamente de contar com gente com o perfil descrito acima, mas fazer nascer algo verdadeiramente novo dentro de uma organização estabelecida é um desafio que inclui outros aspectos. A empresa estabelecida que quer manter-se empreendedora e inovadora deve fazer um esforço consciente neste sentido, caso contrário as demandas da operação sugarão todos os recursos de gestão disponíveis. Observe que falei de recursos de gestão, não de recursos financeiros. Para uma empresa lucrativa e geradora de caixa pode ser relativamente simples alocar determinado valor para uma nova iniciativa de negócios, é basicamente uma decisão orçamentária. Já garantir que esta nova iniciativa tenha a atenção necessária por parte da alta gestão da empresa e que não morra por falta de atenção é um desafio bem diferente.
Peter Drucker, meu guru maior, tem algumas sugestões sobre o que fazer e o que não fazer.
Primeiro, o que fazer:                         
1. Organize o que é novo em separado do que é velho e existente, caso contrário as pessoas darão atenção significativa somente ao que garante a sobrevivência da empresa hoje, o que é perfeitamente natural e saudável.
2. De destaque ao que é novo, mesmo tendo em vista que, durante algum tempo, só haverá consumo de recursos, na maior parte das vezes. Devem haver “padrinhos” na alta gestão da empresa que, mesmo com dedicação parcial, sejam responsáveis em fazer dar certo o que é novo e possam ser cobrados por isto.
3. Reconheça que o que é novo talvez precise que recursos sejam apropriados com um retorno previsto mais distante. É uma coisa nova, provavelmente serão necessárias correções de rumo e há riscos. É provável que alguma perseverança seja necessária. Do contrário, não seria empreendedorismo.
Agora, o que não fazer:
1. Não misture unidades administrativas e unidades empreendedoras. Não se pode dar responsabilidade de inovar a pessoas que precisam explorar e otimizar o que já existe.
2. A organização existente deve empreender e inovar em um caminho onde já tenha vantagens e conhecimento. Não se trata de diversificar o negócio e sim de aproveitar oportunidades onde possua vantagens competitivas. Como diz Drucker, “o novo é sempre difícil o bastante para que não se deva tenta-lo em uma área que não compreendemos”.
3. Na opinião de Drucker, raramente a aquisição de um novo negócio empreendedor  é um substituto para a atividade empreendedora que nasce dentro da organização existente. Uma organização que não sabe ser empreendera rapidamente sufocará as característica empreendedoras que buscava ao adquirir o outro negócio.
Manter as características empreendedoras nas organizações existentes cria excelentes oportunidades de expansão, ajuda a reter os talentos e ocupa os espaços na vizinhança do negócio principal. No prazo longo, pode ser a garantia de sobrevivência da companhia.
Fonte: Portal Endeavor

sexta-feira, 28 de março de 2014

Fases que sua startup precisa superar para dar certo


Curiosidade, ideia, oportunidade, operação, hipóteses, crescimento, consolidação. Quem tem uma startup já deve ter ouvido falar em pelo menos uma dessas etapas. Para virar um negócio sustentável, os empreendedores precisam subir degrau por degrau, provando sempre que o negócio realmente vale a pena.
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Para Guilherme Junqueira, da Associação Brasileira de Startups (Abstartups), entender cada um dos degraus de desenvolvimento é uma forma de encontrar soluções ideias para cada fase. “A gente está tentando padronizar para que todos os agentes do mercado usem essas tags pra identificar suas ações”, explica.
Mais do que uma classificação formal, a divisão precisa ser entendida a fundo pelo próprio empreendedor. É com clareza do seu momento que ele pode procurar um investidor na hora certa e não perder tempo com distrações. “Para cada etapa tem um investidor específico, desde a fase de pesquisa de mercado até a de fazer protótipo”.
1. A curiosidade
A primeira fase, ou momento zero, é a curiosidade. Ainda não existe ideia nem negócio formatado, mas uma vontade de entender o mercado e pensar em ter uma startup. Segundo Junqueira, existem dois perfis neste momento: o profissional que quer sair do mercado e o universitário querendo empreender. “Independente da formação ou estágio profissional, a pessoa descobriu o assunto startup de alguma forma e se interessou em ser um potencial empreendedor no futuro”, diz Junqueira.
Nessa hora, a internet costuma ser uma boa aliada. “A principal dificuldade dessa fase é ter informação e educação especializada. Tem que usar o Google para achar dúvidas pontuais”, indica. Livros também são boas opções para começar a explorar este universo.
2. A ideia
Já com o conceito de startup claro, é hora de desenvolver uma ideia e conhecer muito bem o mercado que pretende atuar. “Avaliar o mercado é o ponto central para você ter pelo menos a base para construir seu negócio”, diz Spina. Identifique oportunidades, nichos e soluções antes de investir e começar a operar.
Surge, neste momento, a dificuldade de colocar a ideia em prática. Para os mais técnicos, é difícil vender e administrar. Para o perfil mais de negócios, é complicado programar. “Esse cara geralmente está fazendo jornada dupla, trabalha em algum lugar para se sustentar, e está tentando fazer a startup nas horas vagas, para que aquele produto prove que vale a pena deixar o emprego”, indica Junqueira.
Nesta fase, o ideal é desenvolver o máximo possível sem investimentos externos. “Ele não precisa de investimento, pode tentar de maneira mais enxuta até ter indicadores que a startup pode estar no caminho certo”, diz Junqueira. Procure um sócio para complementar suas habilidades. Se tiver um perfil mais técnico, alguém da área de negócios pode ajudar. “Participe de eventos específicos para networking, como aqueles para desenvolver a ideia em um final de semana”, afirma Junqueira.
Para Spina, sair da zona de conforto é primordial. “Não pode só pensar na ideia. Tem que sair do seu ambiente, tem que buscar oportunidades, ir a campo, ver as necessidades que os clientes têm e ir modelando o negócio”, diz.
3. A operação
Antes de partir de fato para a operação, Spina fala em gestação. “Depois que vê uma oportunidade, tem uma fase intermediária, de gestação. É quando ele vai modelar o negócio. Fazer um pequeno planejamento e um estudo de viabilidade, para poder tentar dar o próximo passo”, diz.
A principal mudança entre a ideia e a operação, na opinião da Abstartups, está na formalidade. A partir deste ponto, a empresa passa a ter Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica, o CNPJ. “Ele já validou, viu que tem potencial, larga o emprego, encontra alguns sócios, começa a se dedicar full time e já tem alguns clientes”, define Junqueira. É neste ponto que aparece mais um fator crítico: formar equipe. “Uma das coisas difíceis é achar as pessoas certas para compor seu time”, afirma Spina.
Com validação e protótipo prontos, é o momento de conseguir investimento. “É entre as fases dois e três que entram os investidores- anjo”, indica Junqueira. A tarefa, no entanto, não é fácil. O mercado ainda tem poucos anjos, pouco mais de 6 mil pessoas dispostas a investir. “Precisa criar uma rede de relacionamento para, em algum momento, ser apresentado ao investidor e não o contrário”, ensina Junqueira.
4. A guinada
A fase de tração é o último momento de uma startup antes de virar uma empresa consolidada. “Aqui o que importa é crescer. O empreendedor já sabe qual é o produto, quanto custa adquirir cliente e já teve investimento”, diz Junqueira.
Se a empresa não se provar nesta etapa, o projeto deixa de existir como foi pensado até então. “Eu chamo essa fase de crescimento ou morte. Quando você vai para o mercado, vê coisas que não tinha descoberto antes e isso pode significar que tem que mudar ou levar à conclusão de que não é viável continuar”, explica Spina.
Reter talentos e manter a invejável cultura de startup são problemas que não passavam pela cabeça do empreendedor antes e aparecem neste momento. Um dos grandes desafios passa a ser gestão. “Eu digo que você está começando a criar seu monstrinho. Nessa fase, já passou de vinte funcionários e a principal dificuldade é entender que tem burocracia, gestão e vai começar a departamentalizar a empresa”, diz Junqueira.
O impacto é o mesmo de tirar uma ideia do laboratório e colocar em produção de massa. “Escalar é um desafio grande. Muita gente acha que é duplicar o que já faz, mas muda muita coisa. No laboratório, tem tudo sob controle, equipe pequena, gestão simples. Quando vai escalar, tem que começar a implantar processos e controles. Tem que chegar a um custo viável. Esse processo de transformação é muito difícil”, indica Spina.
O objetivo deve ser chegar ao menos a um ponto de equilíbrio financeiramente e, se possível, reinvestir os ganhos. “Não temos tantas empresas que passaram dessa fase, mas nosso ecossistema não tem nem 10 anos e é mais difícil chegar nessa meta”, diz Junqueira.
Fonte : Primework

sexta-feira, 21 de março de 2014

Poder de influência

 
Para convencer uma pessoa a apoiá-lo, é preciso que ela primeiramente entenda o propósito daquele objetivo ou projeto para a vida profissional dela. O líder precisa casar os propósitos dos membros da sua equipe com os da organização.
No caso do cumprimento das metas, por exemplo, ele lembra que a oferta de gratificações e promoções é limitada. Portanto, o ideal é que o próprio funcionário defina as suas metas, porque ele poderá expressar o que faz realmente sentido para ele.
Muitas vezes, o funcionário acaba definindo metas superiores às que o gestor tinha em mente. Quando o trabalhador entende o propósito do que faz, seja qual for a atividade, ele trabalha com prazer. Não há lugar para esgotamento físico ou mental e os resultados são muito melhores.
A diferença entre o líder influente e o ditador é a sua compreensão sobre o que move as pessoas com quem trabalha - equipe, pares e superiores - e sobre o seu ambiente profissional. Quando ele entende isso, a aderência às suas idéias ou propostas fica muito mais fácil, quase automática.
Um exemplo prático é como aprovar projetos com gestores superiores. Você precisa entender quem são os ouvintes, criar curiosidade e criar um slogan, ou seja, uma frase-chave que estimule as pessoas a escutá-lo. Não comece pela apresentação em power point.
Ao negociar no dia a dia, os líderes também encaram situações de impasse, porque uma das partes entende que está perdendo enquanto a outra está ganhando. Neste caso, o recomendável é focar o problema como adversário e não o outro indivíduo. Desta forma, os dois lados podem mover os seus respectivos recursos para criar uma solução conjunta, que agrade os dois lados.

Fonte: Nancy Campos


quarta-feira, 19 de março de 2014

De onde vêm as ideias de negócios?

Especialista explica como conseguir uma ideia para começar um negócio

Lâmpada

Talvez uma das maiores habilidades dos empreendedores de sucesso seja a capacidade de transformar ideias em negócios rentáveis. Mas, afinal, de onde vêm as (boas) ideias de negócios?
Antes pensar em qual área ou negócio empreender, é necessário avaliar o que você verdadeiramente gosta de fazer, e claro, se possui todas as competências necessárias para transformar uma ideia em um negócio rentável.
Nesse caso, uma técnica bem simples pode ajudar no processo de busca. Pense em duas abordagens: ideias que possam surgir a partir do seu perfil pessoal e ideias que surgem a partir da observação do mercado.
A primeira abordagem, que segue o seu perfil pessoal, funciona assim: reflita e faça uma lista de todas as suas preferências, paixões, crenças e competências. O momento agora é responder para si mesmo: do que eu gosto? Trata-se de um trabalho de reflexão pessoal muito rico que irá ajudá-lo a reconhecer as áreas de atuação mais adequadas a você.
Feita a atividade de reflexão pessoal, responda quais são suas competências, habilidades e capacidades. Aqui, vale listar o que você está disposto a aprender ou desenvolver no futuro. Lembre-se que ninguém precisa saber tudo, mas podemos aprender!
Na segunda abordagem, ideias a partir do mercado, o exercício é a busca por inspiração a partir de necessidades e/ou oportunidades em mercados já existentes. Ideias podem surgir através do processo da observação e da análise do que está acontecendo no mercado a sua volta.
O importante é refletir se existe uma oportunidade de negócios a partir de necessidades não atendidas no seu dia a dia ou eventualmente que não estejam sendo bem atendidas por empresas já estabelecidas.
Explico: já parou para pensar que, ao invés de apenas reclamar de um mal atendimento que você tenha sido “vítima” em algum estabelecimento, aquele momento pode ser uma excelente oportunidade para desenvolver um negócio onde o diferencial seja justamente a excelência no atendimento em relação ao seu concorrente?
Vale também pesquisar quais são as tendências que estão despontando nos setores que você gosta. Fique atento ao que seus amigos falam sobre preferências e percepções de mercado. Leia muito, pesquise na internet. Viaje para outros lugares com o olhar da curiosidade.
Como escreveu Tina Seelig, professora de empreendedorismo e inovação de Stanford, o mais importante na busca por uma ideia de negócios é encontrar uma área de intersecção entre suas paixões, seus conhecimentos e as necessidades de mercado. E lembre-se: você não precisa de uma ideia fantástica para iniciar um negócio, e sim, de uma ideia viável. 
Fonte: Portal Exame

quarta-feira, 12 de março de 2014

Quem forma a Cultura são as pessoas!

Todo empreendedor sabe que reter pessoas valiosas é essencial para a formação da cultura da sua empresa. Mas o que torna as pessoas valiosas?
Um dos maiores desafios do Empreendedor, em qualquer fase do ciclo de vida da organização, é o de captar e reter pessoas valiosas para o seu negócio.
PreviewEsta frase óbvia encapsula duas ótimas perguntas essenciais, já não tão óbvias:
1. O que torna uma pessoa valiosa para o meu negócio?
2. O que pessoas valiosas desejam em contrapartida pelo seu trabalho?
O valor de uma pessoa para a empresa no curto prazo é muito claro. O empreendedor precisa que algo seja feito e não sabe ou não tem tempo para fazer. Então ele contrata alguém que o faça. E paga alguma quantidade de dinheiro por isto.
Já o impacto de sua presença no longo prazo não é tão claro. E o empreendedor devia estar muito preocupado com isto. Pois as pessoas que ele trouxer para dentro da empresa, principalmente no início, vão, junto com ele, formar a Cultura Organizacional de sua empresa. E a Cultura, uma vez estabelecida, é muito difícil de mudar.
A Cultura é composta, essencialmente, do que comunicamos, em todas as suas formas, e o significadoque as pessoas derivam disto. Desde a escolha do local físico, do mobiliário, da forma como o espaço está dividido, do nome, da grafia, das cores, do jeito como falamos, das palavras que escolhemos ao tom de voz que usamos em cada situação... Tudo que fazemos, falamos e escolhemos comunica a forma como vemos o mundo, como nos posicionamos dentro dele e com que tipo de pessoas queremos nos relacionar. E como esperamos que as pessoas respondam a isto.
E esta composição é MAIS importante do que a econômica na atração e na retenção de talentos no longo prazo. Esta composição na prática determina quão produtiva e inovadora uma empresa tende a ser.
Desenvolver conscientemente a Cultura de uma empresa não é fácil. Tem a ver com a consistência como geramos e atendemos às expectativas criadas. Com os exemplos que criamos. Com as decisões que tomamos. Com as histórias que contamos. E, principalmente, com as pessoas que contratamos e as que mandamos embora.
Pouco a pouco as pessoas passam a compreender, espelhar e multiplicar o que valorizamos até que se torna uma segunda natureza da organização ser daquele jeito. E a Cultura então se estabiliza.
Escolhendo as pessoas certas, o movimento é natural. Nos movemos na direção desejada com prazer e fluidez. A empresa vai ganhando forma e senso de identidade e ganhando valor emocional para as pessoas que trabalham nela.
Escolhendo as pessoas erradas, algo de estranho acontece. O ambiente se tensiona. As coisas não rolam com naturalidade. Conflitos improdutivos acontecem. Perde-se amálgama e transparência. É como ter um bug no sistema!
E este é um momento crítico na vida de uma organização. Como o empreendedor reage à presença de um bug demonstra quais são, de verdade, seus valores e seu propósito. Se ele o deixa sobreviver por qualquer motivo que seja, a Cultura começa a se desfazer, a se transmutar em outra coisa, muitas vezes altamente indesejada. E quando as pessoas valiosas começam a perceber isto, elas colocam em dúvida seu valor e se elas estão no lugar certo. E a desagregação pode levá-las a irem embora.
O momento que o empreendedor entende que a Cultura Organizacional pode ser gerenciada é um momento de grande maturidade, a partir do qual novas e potentes opções estratégicas se abrem. Não é particularmente fácil...
Fonte: Portal Endeavor

sábado, 8 de março de 2014

Os erros inteligentes

Muitos líderes tentam estimular seus funcionários a inovar, mas podem não estar o fazendo da forma correta, comprometendo os resultados. Doug Sundheim, especialista em estratégia empresarial americano, falou sobre o assunto à Bloomberg e, basicamente, identificou como erro das empresas tratar o fracasso como algo a ser evitado. Como agir, então? Focando nos erros inteligentes.

Para incentivar as pessoas a assumir riscos inteligentes, é necessário ter certeza de que elas não terão medo de falhar. O primeiro passo, então, é definir o que é um fracasso produtivo. Um projeto estruturado e bem planejado que, por algum motivo não deu certo, por exemplo, é um destes. Defini-los é importante para que todos conheçam os limites aceitáveis ​​dentro dos quais é aceitável a falhar. Caso contrário, todas as falhas parecerão arriscadas, o que provavelmente vai matar a criatividade e a inovação.

Especifique quais são as orientações, abordagens e processos que caracterizam a atividade de assumir riscos saudáveis. Forneça exemplos claros, tanto dos fracassos produtivos quanto das falhas bobas, e coloque em discussão por que eles são diferentes um do outro. Demonstre o que os produtivos têm em comum, para que as pessoas saibam como estruturar suas experiências.
Segundo Sundheim, em seguida deve-se recompensar as falhas inteligentes, além dos sucessos. Este hábito envia uma mensagem poderosa sobre que tipo de comportamento é incentivado na organização.Um exemplo é o programa do conglomerado indiano Tata Innovista, em que se premiam as melhores inovações do ano e também as melhores tentativas. Esta última forma de recompensa é chamada de“Dare to Try award”, algo como “se atrevem a tentar”, e contempla as falhas mais “bem executadas”.
Um bom líder com certeza já assumiu riscos para progredir na carreira, já teve sua cota de sucessos e passou por alguns fracassos memoráveis. Por que não compartilhá-los com a equipe? Por que não contarcomo cometeu erros, como aprendeu a mitigar os riscos, como lidou com as incertezas e como conseguiu chegar lá. Deixar o time ver o processo de decisão e como pesou prós e contras é importante para inspirar a inovação, assim como deixar todos saberem serão apoiados à medida que experimentarem e aprenderem a assumir riscos inteligentes.
Fonte: Portal MSA Recursos Humanos

Profissionais que arriscam mais têm maiores salários


Profissionais que se arriscam têm maiores salários
Um estudo realizado pela Etalent apontou que, no tão concorrido cenário de emprego atual, os profissionais com perfil de alta Dominância, aqueles que gostam de poder, dinheiro e coisas materiais, são os que estão nas faixas salariais mais altas.


Este tipo de profissional é mais agressivo, toma decisões de risco e não teme tanto assim alguma ameaça à sua estabilidade dentro da empresa.

Ainda segundo a pesquisa, quanto maior a faixa salarial, mais aumenta a frequência de pessoas com alta Dominância e diminui a de pessoas com alta Estabilidade. Na faixa salarial mais baixa, de até R$ 1.244, há somente 6,6% de pessoas com aD, enquanto na faixa acima de R$ 12.440 este percentual sobe para 23,1%.

Já com o fator estabilidade acontece exatamente o oposto: 32,5% das pessoas estão na faixa salarial de até R$ 1.244, enquanto na faixa de salários superiores a $ 12.440 esse percentual decresce 52%, ficando em 15,6% do universo pesquisado.

Para a psicóloga Maira Sanchez Avelino, estes números confirmam a essência de cada fator. Enquanto as pessoas com aD se arriscam muito mais, as pessoas com aE tendem a valorizar mais a família, a segurança, os relacionamentos e dificilmente se arriscam. “Frequentemente, aqueles com altos fatores dominantes, questionados acerca da decisão de tirar férias, ficar com a família ou simplesmente levar os filhos à escola, provavelmente optarão por um novo projeto, desafios ou por chegar mais cedo no trabalho”, explica.



Fonte: MSN Empregos 

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Quer ser um profissional mais produtivo?

Selecionamos 8 mudanças de hábito que vão permitir mais produtividade em sua rotina

Se você reconhecer o valor de fazer listas para suas tarefas, você poderá ter grandes retornos – na produtividade, melhoria nos relacionamentos e, no seu bem-estar pessoal – adicionar esses itens à sua lista do que não fazer.
Por isso, concentre suas energias em não repetir esses hábitos diariamente.

#1. Conferir seu telefone enquanto estiver conversando com alguém

Você já fez isso. Todo mundo já fez. Todo mundo já tentou disfarçar enquanto conversa com alguém e, quando menos percebeu estava respondendo um SMS.
Muitas vezes, nem ao menos pedimos licença para olhar o telefone. Outras, nem nos desculpamos depois que respondemos a mensagem.
Quer se destacar com outras pessoas? Quer ser uma pessoa de que todos gostam, porque você as faz se sentir como se fossem as pessoas mais importantes do mundo, enquanto estão conversando?
Pare de ficar olhando e mexendo no seu telefone. Você não percebe que não está prestando atenção. Mas as outras pessoas percebem.

#2. Multitarefas durante uma reunião

A maneira mais fácil de ser a pessoa mais inteligente na sala de reuniões é ser a pessoa que dá mais atenção na sala.
Você vai se surpreender com o que podemos aprender, tanto sobre a reunião e sobre as pessoas, se você parar de fazer multitarefas e começar a prestar atenção no que está acontecendo.
Você detectar oportunidades para construir pontes, e vai encontrar maneiras de tornar-se indispensável para as pessoas que importam.
Dê atenção às pessoas e não ao seu celular.
Dê atenção às pessoas e não ao seu celular.

#3. Pare de pensar nas pessoas que não fazem diferença em sua vida

Confie. As pessoas do planeta X estão muito bem sem você.
Mas sua família, seus amigos, seus funcionários – todas as pessoas que realmente deveriam importar para você – não estão. Por isso, doe todo seu tempo a eles.
Eles são os únicos que merecem.

#4. Usar várias notificações

Você não precisa saber o instante que recebeu um e-mail. Ou um SMS, ou um tweet.
Se algo é importante o suficiente para que você faça, é suficientemente importante para que você o faça sem interrupções.
Concentre-se totalmente no que você está fazendo. O resto pode esperar e, você, e o que realmente importa pra você, não podem.

#5. Deixar o passado ditar o futuro

Os erros são valiosos. Aprenda com eles. Em seguida, deixe-os partir.
É mais fácil falar do que fazer? Tudo depende da sua perspectiva. Quando algo dá errado, transforme-o em uma oportunidade de aprender algo novo que você não sabia – especialmente sobre si mesmo.
O passado é apenas treinamento e deve apenas nos informar, mas nunca definir nossas ações pro futuro.

#6. Esperar ter certeza sobre o sucesso

Você nunca pode ter certeza que vai ter sucesso em algo novo, mas você sempre pode sentir se está empenhado em dar o seu melhor para que algo dê certo.
E você sempre tem que ter certeza de que vai tentar novamente se falhar.
Pare de esperar. Você tem muito menos a perder do que pensa, e tudo a ganhar.
Você não pode ter certeza sobre o sucesso. Apenas certeza de que vai continuar mesmo se falhar.
Você não pode ter certeza sobre o sucesso. Apenas certeza de que vai continuar mesmo se falhar.

#7. Falar por trás das pessoas

A fofoca é uma destruidora. Se você já falou sobre as pessoas nas costas delas, você está espalhando discórdia. Tudo é muito mais fácil se você chega para essa pessoa e conversa com ela sobre sua conduta.
Gaste seu tempo com conversas produtivas. Você terá muito mais respeito das pessoas.

#8. Dizer sim quando você quer dizer não

Recusar pedidos de colegas de trabalho, clientes e até mesmo amigos é algo completamente difícil. Mas dizer não, raramente pega tão mal quanto você imagina.
A maioria das pessoas vai entender, e se não fizer isso, você deve realmente se importar com o que eles pensam?
Quando você diz não, você pode até se sentir mal por alguns momentos. Quando você diz sim a algo que realmente não quer fazer, você pode se sentir mal por muito tempo.
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Este artigo foi adaptado do original, “Eliminate These 8 Things From Your Daily Routine”, da Business Insider.
Fonte: Portal Jornal do Empreendedor